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	<title>coisaPÚBLICA</title>
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	<pubDate>Thu, 27 May 2010 14:21:43 +0000</pubDate>
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		<title>Carta aberta</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[ “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”
Sem patrocínio, mas com escritório
O Acervo Mariposa, desde 2006, preza pela difusão da produção de
conhecimento em dança materializada no vídeo, a fim de criar e
concretizar a concepção de um patrimônio coletivo.
Em 2008-2009, o Acervo Mariposa contou com o patrocínio da
Petrobras com o recurso de R$170 mil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="UIIntentionalStory_Message"><span class="UIIntentionalStory_Names"> </span><span class="UIStory_Message">“Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”</p>
<p>Sem patrocínio, mas com escritório</p>
<p>O Acervo Mariposa, desde 2006, preza pela difusão da produção de<br />
conhecimento em dança materializada no vídeo, a fim de criar e<br />
concretizar a concepção de um patrimônio coletivo.</p>
<p></span><span class="UIStory_Message">Em 2008-2009, o Acervo Mariposa contou com o patrocínio d<span class="text_exposed_show">a<br />
Petrobras com o recurso de R$170 mil, com o qual foi coletado um<br />
acervo de 500 vídeos regulamentados em Creative Commons;<br />
estabeleceu-se a parceria com 14 Festivais de Dança (nacionais e<br />
internacionais); com 36 Instituições, incluindo Faculdades e Centro de<br />
Formação, e foram produzidas 10 atividades de exibição e debate em<br />
torno do vídeo e dança (V.H.S – vídeo homo sapiens).</p>
<p>A gestão de um projeto como esse pressupõe a existência de um<br />
know-how que possibilita a dinamização de um acervo em dança. Isso<br />
custa dinheiro, embora não esteja na pauta de muitos patrocinadores<br />
do país.</p>
<p>Após 10 meses de negociação, nos encontramos em uma fase de<br />
reestruturação, sem recursos (ou seja, dinheiro). Afinal,<br />
descontinuidade é um lugar comum.</p>
<p>No entanto, o Acervo Mariposa muda de endereço e permanece, em<br />
forma de parcerias e novos projetos. Um espaço de resistência.</p>
<p>Siga-nos:<br />
Rua Fradique Coutinho, 1289, Sala 3, Vila Madalena. Sampa, SP.<br />
fixo: 2307-7803 cel: 9107-7994<br />
Caixa Postal 61121 CEP 05001970 SP – SP<br />
contato@acervomariposa.com.br<br />
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<h3 class="UIIntentionalStory_Message"><span class="UIStory_Message"><span class="text_exposed_show"><a onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), " rel="nofollow" href="http://www.movimiento.org/profile/AcervoMariposa" target="_blank"><span>http://www.movimiento.org/profile/Acervo</span>Mariposa</a><br />
<a onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), " rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/user/acmariposa" target="_blank">http://www.youtube.com/user/acmariposa</a><br />
<a onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), " rel="nofollow" href="http://videodancavidbr.blogspot.com/" target="_blank">http://videodancavidbr.blogspot.com/</a><br />
<a onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), " rel="nofollow" href="http://www.twitter.com/AcervoMariposa" target="_blank">http://www.twitter.com/AcervoMariposa</a><br />
<a onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), " rel="nofollow" href="http://lanterninhavideodanca.wordpress.com/Ver" target="_blank"><span>http://lanterninhavideodanca.wordpress.c</span>om/</a> </span></span></h3>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre nossas reflexões&#8230;</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2010/01/29/sobre-nossas-reflexoes/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2010/01/29/sobre-nossas-reflexoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 16:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[GRUDE]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores,
Abrimos um espaço dentro do blog para dividir as reflexôes e questões que surgem no nosso grupo de estudos.
Um forte abraço!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitores,</p>
<p>Abrimos um espaço dentro do blog para dividir as reflexôes e questões que surgem no nosso grupo de estudos.</p>
<p>Um forte abraço!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2010/01/29/sobre-nossas-reflexoes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre o lançamento do blog do projeto Imanências - contrantraste de uma realidade externa.</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/30/sobre-o-lancamento-do-blog-do-projeto-imanencias-contrantraste-de-uma-realidade-externa/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/30/sobre-o-lancamento-do-blog-do-projeto-imanencias-contrantraste-de-uma-realidade-externa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores,
O lançamento do blog do projeto Imanências - contraste de uma realidade externa (projeto solo de Isabela Santana) aconteceu no dia 19 de novembro, quinta-feira, na sala Crisantempo. O Acervo estava por lá com videos de Mariana Muniz, Breno César, Wagner Schwartz e Talma Salém e com um laptop disponível para consulta do blog, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitores,</p>
<p>O lançamento do blog do projeto Imanências - contraste de uma realidade externa (projeto solo de Isabela Santana) aconteceu no dia 19 de novembro, quinta-feira, na sala Crisantempo. O Acervo estava por lá com videos de Mariana Muniz, Breno César, Wagner Schwartz e Talma Salém e com um laptop disponível para consulta do blog, da nossa página wiki. Dança e Acervo e site.</p>
<p>O evento começou por volta das nove horas com uma apresentação do processo criativo da artista. A performance e instalação multimídia teve a trilha composta com ruídos do público, captados momentos antes do teatro se abrir. Havia também uma televisão onde passavam imagens captadas na hora. Videos foram projetados.</p>
<p>No hall da sala Crisantempo foi projetado o blog da artista <a href="http://projetoimanencias.wordpress.com/" target="_blank">http://projetoimanencias.wordpress.com/ </a>que está muito interessante, com informações sobre seus estudos, pontos de partidas e descobertas.</p>
<p>Logo depois da apresentação, houve um coquetel animado com coisas para beliscar e espumante para beber&#8230; O público estava bastante animado.</p>
<p>Foi isso!</p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Videodança: (meu) (recorte da realidade)</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/videodanca-meu-recorte-da-realidade/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/videodanca-meu-recorte-da-realidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
‘’&#8230;. o vídeo ou a fotografia &#8230; são um recorte da realidade. Você tem todo este universo e está escolhendo pegar isso ai, você tem que tomar uma decisão.  Por alguma razão você está pegando isso aqui e não isso. Eu acho muito interessante&#8230;você tem que fazer este recorte desta realidade; tem a ver com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 212.65pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">‘’&#8230;. o vídeo ou a fotografia &#8230; são um recorte da realidade. Você tem todo este universo e está escolhendo pegar isso ai, você tem que tomar uma decisão.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Por alguma razão você está pegando isso aqui e não isso. Eu acho muito interessante&#8230;você tem que fazer este recorte desta realidade; tem a ver com o que você acha deste mundo. De alguma forma, você dialoga com o mundo que você vive. O que eu gosto muito da videodanca é a relação com o corpo, e não há nada mais arcano da pessoa que o corpo&#8230;’’</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 127.6pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Tamara Cubas, São Paulo, novembro de 2008.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Escolher é um ato político! Logo, ao conceber uma obra, de comédia comercial à uma videodança, você está se posicionando politicamente. À margem ou ao centro, qual é o enquadramento da videodanca? Seu enquadramento certamente é a margem, a linguagem tem parceiros com muitos interesses políticos como blog’s, sites de relacionamento, Vimeo e o Youtube; neste último site, encontra-se todo o tipo de informação vídeográfica. Percebemos na verdade que a linguagem não está muito interessada em parcerias políticas definidas, já que é uma linguagem de miscigenação, que tem que sobreviver fazendo alianças com muitos partidos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">O vídeo é uma ferramenta muito utilizada na América Latina tendo em vista seu baixo custo e fácil acesso, o que faz refletir se a linguagem, ela própria, não se encaminha para uma escolha política. Diferente do cinema que exige uma demanda maior de tempo, de produção e muito mais dinheiro. Contudo, não se pode negar a influência do cinema na videodança, principalmente nas produções da Argentina e Uruguai, onde existe forte tradição no cinema.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>As composições feitas para a videodança nestes países têm estudos cinematográficos mais apurados.</span><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftnref1" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[1]</span></span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">No Brasil, esta produção apóia-se muito mais no discurso dos videoartistas. O início da videoarte no Brasil (1974) veio, em sua grande maioria, de artistas plásticos que buscavam inovar seus trabalhos buscando materiais mais dinâmicos e novos suportes para sua produção, rompendo assim com esquemas estéticos mercadológicos. </span><a style="mso-footnote-id: ftn2;" name="_ftnref2" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size: small;"> Este caráter experimental e questionador se utilizou do corpo como o principal meio de pesquisa. Como exemplo, o vídeo de Letícia Parente, “Made in Brasil’’ (1974), aonde a artista borda escritas na sola de seu pé, fazendo-o assim um quadro. Ou em ‘’M3X3’’ (1973), de Analivia Cordeiro, bailarina, que faz uma experiência coreográfica para o vídeo ligando a dança às artes plásticas na pesquisa da relação do corpo com o espaço, concretizando formas e desenhos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Diferente de algumas das videodanças ou cine-danças americanos e europeus, onde o corpo é apolíneo e a atmosfera proposta é onírica, na América Latina, o vídeo tem um caráter provocativo e político. </span><a style="mso-footnote-id: ftn3;" name="_ftnref3" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[3]</span></span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-style: italic;">Não há nada mais autêntico que o corpo, nele</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> é que encontramos os conflitos não só psicológicos, mas sócio-políticos e étnicos.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Se ele é a questão que a videodança pode perseguir, torna-se visível qual corpo está em questão. Podemos apontar o corpo latino como um caldeirão em ebulição de informações genéticas, devido à miscigenação e colonização política e ditaduras do último século. Os corpos estão mergulhados em estado de urgência, nas metrópoles em crescimento e no caos desenfreado, em paisagens áridas ou em ambientes íntimos, o corpo fragmentado formado a partir da edição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">E hoje? Pensando e focando esta idéia (de propulsões para a criação de vídeos) para a videodança, atualmente, podemos perceber que o enfoque está na experimentação corporal mais do que um pensamento político questionador com ideais de mudança. [ver anexo 1: mapeamento de produções de videodanças no território brasileiro]. Independente do que está sendo tratado no vídeo, outra questão, é onde estão sendo vinculadas estas produções. E aí está outro ponto: onde eu opto por compartilhar meu trabalho? E então, para qual tipo de público e em quais proporções?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Copyleft: ferramenta para difusão e escolha política</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Creative Commons é uma ferramenta internacional de gerenciamento de direitos autorais em um novo sistema de Copyleft, termo que se contrapõe ao Copyright, aonde todos os direitos são reservados. Neste novo gerenciamento, é defendida a idéia de alguns direitos reservados, aonde o autor da obra escolhe os símbolos de liberação de seu trabalho sob condições escolhidas por ele, permitindo assim, que seu trabalho possa ser copiado, distribuído, exibido e executado. Desta maneira, o Copyleft se torna uma ferramenta de difusão/propagação/disseminação controlada de uma obra, aonde os aderentes se tornam “cúmplices políticos” deste pensamento. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Podemos refletir que quanto maior for o alcance da obra, conseqüentemente, maior número de pessoas serão afetadas por ela, tanto para apoiar e usar como referência ou citação, ou também para questionar o meu posicionamento (da obra). Por exemplo, eu assinando minha obra em Copyleft, eu permito que outros artistas/autores possam se utilizar do meu olhar/recorte para gerar o seu. Assim, sendo a difusão algo fundamental para a construção de estéticas artísticas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Nirvana Marinho, em seu artigo “Autoria: qual é a da dança?” questiona a partir do pensamento Copyleft, a ligação de autoria com autenticidade, originalidade, poder, posse e detenção de idéias.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">“Um jeito de pensar e fazer cultura que, nas artes, ganha cada vez mais eco. Vale se informar e refletir: sua obra é right ou left?”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Neste sentido, podemos perceber uma abertura para ser interrogado o que está sendo produzido hoje em dança, ou em qualquer outra linguagem, bem como o porque. E revelando um olhar mais amplo e relacionado com fundamentos políticos, sociais e culturais que uma obra artística pode potencializar.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">E desta forma, acreditamos que o sistema Copyleft é questionador, que se utiliza não da individualidade de idéias, mas busca compartilhar uma atualização e, portanto, constrói o conhecimento em conjunto a partir de obras conjugadas, sendo contemporâneo, político, estético e cultural. Um meio para a videodança infiltrar-se em diversos lugares, explodir fronteiras e conquistar um maior público.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Anexo 1. Videoadança Brasil (Vid.BR) - Mapeamento de produções de videodanças no território brasileiro. </span></span></strong></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt; mso-add-space: auto;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">Este são pequenos apontamentos do inicio de uma Mapeamento da Dança que vem sendo Produzida no Brasil. Um pais que </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Com seus 8.511.965 km2</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de extensão, 26 estados e muitas diferenças econômicas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">         </span></span></span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Norte e centro –oeste: </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">           </span>Na região que se encontra a capital do país , existe uma escassa produção, tendo em vista que no ano de 2006, dentro do Festival Nova Dança, foi lançado o primeiro edital de produção de videodanca que não passou de sua primeira edição apesar de contemplar três produções, ‘’<em><span style="font-style: normal;">Várzea’’</span></em> (SP), com concepção de Ricardo Iazzeta e Estúdio Bijari e direção de movimento de Ricardo Iazzeta; ‘’<em><span style="font-style: normal;">Em Outro Pé’’</span></em> (SP), com direção de Kiko Ribeiro e Dafne Michellepis; e ‘’<em><span style="font-style: normal;">De água nem tão doce assim’’</span></em> com direção de Shirley Farias e coreografia de Laura Virgínia.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 36pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">As produções existentes são de artistas independentes como a de Christiane Frauzino, Eliane Carneiro e Laura Vírginia.</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">No Amazonas e Belém começam a surgir produções, o Dança em Foco- Festival Internacional de<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Vídeo &amp; Dança, nas últimas edições (2008 e 2009) partiu para uma incursão pelo pais que abrangia estes estados. Fomentando a difusão não só através das mostras de vídeos como de oficinas que o festival oferece que é de imensa contribuição para a produção e reflexão da linguagem.</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">         </span></span></span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Nordeste:</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">A Universidade Federal da Bahia te o Curso de dança mais antigo do país<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>em Salvador um centro de estudos e pesquisa da dança em suas várias vertentes e tecnologia de grande importância nacional. Onde </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Profa. Dra.</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"> Ivani Santana, coordena o Mapad2 uma plataforma virtual, um lugar de troca entre artistas e pesquisadores da dança e da Performance com mediação tecnológica (</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><a href="http://www.mapad2.ufba.br/"><span style="color: #0000ff;">http://www.mapad2.ufba.br</span></a>).</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"></span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Em Pernambuco existe uma tradição em produção do audiovisual e artes plásticas ligada à videoarte. A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, abre editais para fomentar a produção do audiovisual. A produção da videodança está relacionada a produtores de audiovisual que se interessam pela dança e convidam a fazer produções, há também dançarinos que se interessam na interface dança e tecnologia como Helder Vasconcelos, que inicialmente começou seu envolvimento com música e dança popular do Cavalo Marinho.</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A Associação Vídeo Brasil, que tem como curadora Solange Farkas e é dirigida por Ana Pato, é responsável pela difusão da produção do videoarte<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>em todo o país<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>com o programa Itinerâncias Videobrasil, Encontros SESC Videobrasil e o Festival Internacional de Arte Eletrônica. A organização<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>vem contribuindo com a difusão, pesquisa e fomento da produção. Tem se mostrado uma importante organização para com vinculo com a America Latina.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">         </span></span></span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Sudeste:</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Na região aonde se encontra a maior renda do Brasil, está concentrada a maior parte da produção de videodança nacional.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Podemos salientar que no Rio de Janeiro e em São Paulo se encontra a maior rede de televisão do país e a produção do cinema é crescente, assim como produtoras independentes, como o exemplo da MTV Brasil, em são Paulo. </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Em São Paulo, a lei de Fomento à dança contribui para que algumas companhias interessadas na pesquisa com o vídeo, seja em cena ou na produção de videodanças tenham recursos para produzi-los. Exemplo é a Cia. Vitrola Quântica e Núcleo Artérias. Contudo, muitos dançarinos se associam a videoartistas para suas produções, como exemplo, Kika Nicollela, que já produziu vídeos com Letícia Sekito e Lucina Gandolfo,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>seu interesse é sobre tudo sobre a experimentação que a linguagem oferece ao videortista . Outro Exemplo é André Martinez, que produz seus vídeos com ferramentas consideradas de baixa tecnologia, como uma câmera shot e edita no movie maker.</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">No Rio de Janeiro a produção é forte, sobretudo onde encontramos uma tradição na dança; a primeira Escola de Bailados começou no Rio e onde há o maior número de escolas e faculdades na área. As companhias resistem a uma crise financeira que persiste, porém há um movimento de discussão e pesquisa entorno da dança contemporânea que fortalece a classe. A Faculdade Angel Vianna, dirigida pela Profa. Dra Angel Vianna, implantou na pós- Graduação o curso </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Estética do Movimento: Dança, Videodança e Multimídias </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">coordenado por Paulo Caldas, um dos criadores do Dança em Foco- festival internacional<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de vídeo &amp; dança,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>com sede no Rio de janeiro.</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">           </span>Em Minas Gerais, a produção de artes plásticas é que vai influenciar a produção da videodança. Como exemplo, o artista plástico Marcelo Kraiser, que começa trabalhar com as companhias e bailarinos independentes de Belo Horizonte: Paola Rettore, <em><span style="font-style: normal;">Dudude</span></em> Herrmann, <em><span style="font-style: normal;">Izabel</span></em> Stewart, Rodrigo Quik e Cia Quik. Algumas companhias Independentes também Começam a produzir: Hibridus, Coletivo Molin TL, Flux Cia. De Dança.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; text-indent: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small;">·</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">         </span></span></span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Sul:</span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="ListaColorida-nfase11CxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt; text-align: justify; mso-add-space: auto;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">Christiane Wosniak<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>publicou ‘’</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Dança, Cine-dança, Vídeo-dança, Ciber-dança.’’ sua  tese de Doutorado<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>na Universidade do Paraná, uma das únicas publicações ate agora saídas do meio acadêmico. </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Sarah ferreira e Elisa S, Bailarina formando-se pela Universidade de Santa Catarina tem mantido uma produção artística independente em Florianópolis (SC). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Diego Mac tem sua produção vídeo liga a experimentações como ‘’Pas de Corn ’’ uma videodança onde os bailarinos são pipocas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 18pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Bibliografia:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Made in Brasil: Três décadas do vídeo brasileiro org. Arlindo Machado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> São Paulo, Iluminuras, Itaú Cultural, Ministério da Cultura, 2007. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil (2005, São Paulo, SP).  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> Catalogo / coord. Solange Oliveira Farkas. São Paulo, Associação Cultural Videobrasil, 2005. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Goldberg, RoseLee. A arte da performance: do futurismo ao presente / RoseLee Goldberg; trad. Jefferson Luiz Camargo. São Paulo, Martins Fontes, 2006. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Banes, Sally. Greenwich village 1963: avant-garde, performance e o corpo efervescente. Rio de Janeiro, Rocco, 1999.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Dança em foco, volume um: Dança e Tecnologia </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Dança em foco, volume dois:  Videodança</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm 0.1pt 36pt; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Santana, Ivani, Dança na Cultura Digital, Salvador:EDUFBA, 2006. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Nota-Ana: uma notacao-trajetoria dos movimentos do corpo humano. São Paulo, Annablume , Fapesp, 2000. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Cartografia - Rumos Itaú Cultural Dança 2006/ 2008. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Corpo - Itaú cultural. Catalogo da Exposição. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Quinto festival internacional de Vídeodanza Buenos Aires 1999. Catalogo do Festival. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">‘’Dance Screen Câmera Choreography’’ Revista- Aktuell Ballet Tanz International de junho de 1999. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Wosniak,Cristiane. ‘’ Dança, cine-dança, vídeo-dança,ciber-dança &#8230;’’  Tese de Doutorado Universidade do Paraná. 2008</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.1pt 0cm; line-height: 150%; mso-para-margin-top: .01gd; mso-para-margin-right: 0cm; mso-para-margin-bottom: .01gd; mso-para-margin-left: 0cm;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Sites:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.05pt 0cm; line-height: 150%;"><a href="http://www.youtube.com/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.youtube.com</span></a><br />
<a href="http://www.itaucultural.org.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.itaucultural.org.br</span></a><br />
<a href="http://www.dancaemfoco.com.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">www.dancaemfoco.com.br</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.05pt 0cm; line-height: 150%;"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.culturaemercado.com.br</span></a><br />
<a href="http://www.overmundo.com.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.overmundo.com.br</span></a><br />
<a href="http://www.videodanzaba.com.ar/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.videodanzaba.com.ar</span></a><br />
<a href="http://www.dancecom.com.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.dancecom.com.br</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0.05pt 0cm; line-height: 150%;"><a href="http://www.dancarecife.net/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.dancarecife.net</span></a><br />
<a href="http://www.merce.org/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.merce.org/</span></a><br />
<a href="http://videarte.wordpress.com/video-arte"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://videarte.wordpress.com/video-arte</span></a><br />
<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/videobrasil/site/home/home.asp"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.sescsp.org.br/sesc/videobrasil/site/home/home.asp</span></a><br />
<a href="http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-index"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-index</span></a><a href="http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-index"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><br />
</span></a><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">http://www.poeticatecnologica.ufba.br/<br />
http://www.corpoaberto.art.br/equipe.htm<br />
http://sotao73.blogspot.com/<br />
http://www.fabricademovimentos.pt/abertura.html<br />
http://www.perrorabioso.com/<br />
http://videodanzaforolatinoamericano.blogspot.com/ (http://www.dospesos.org/videodanza/category/chile/<br />
http://movetheframe.wordpress.com/umove-festival/ http://www.dancasemsombra.blogspot.com/<br />
http://www.mapad2.ufba.br </span></p>
<div style="mso-element: footnote-list;">
<span style="font-size: small; font-family: Cambria;"><br />
<hr size="1" /></span></p>
<div id="ftn1" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftn1" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Cambria&quot;,&quot;serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[1]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Cambria;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Tamara Cubas,</span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"> Trecho de entrevista onde<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>a pesquisadora dialoga sobre a videodança com uma câmera na mão.</span><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"> </span></em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial Italic&quot;; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"></span></em></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
</div>
<div id="ftn2" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><a style="mso-footnote-id: ftn2;" name="_ftn2" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Cambria&quot;,&quot;serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Machado , Alindo (org). Made in Brasil: Três décadas do vídeo brasileiro , Ed. Iluminuras:Itaú Cultural,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>SP 2007</span><span style="font-size: 10pt; color: red; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-family: Arial;"></span></p>
</div>
<div id="ftn3" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><a style="mso-footnote-id: ftn3;" name="_ftn3" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;"><span style="color: #0000ff;">[3]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Alonso, Rodrigo .Videoarte e Videodança<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>em uma (in)certa America Latina,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Revista Dança em foco Videodança,RJ 2007</span><span style="color: red;"></span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Registro de Dança, Documentário de dança, Videodança  e o que a dança permite em um acervo.</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/registro-de-danca-documentario-de-danca-videodanca-e-o-que-a-danca-permite-em-um-acervo/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/registro-de-danca-documentario-de-danca-videodanca-e-o-que-a-danca-permite-em-um-acervo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.acervomariposa.com.br/blog/?p=230</guid>
		<description><![CDATA[Record Dance, Dance Documentary, Videodance and that the dance permit in Collection.
 
Rita Tatiana Cavassana
Acervo Mariposa
rita@acervomairosa.com.br
Resumo:
O Acervo Mariposa ocupa atualmente um lugar de reflexão da prática de gestão cultural no Brasil, uma vez que nasceu da preocupação de como nos apropriamos da história da dança através dos vídeos registros ou vídeosdança, ou mesmo documentários, entrevistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Cambria;"><span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Record Dance, Dance Documentary, Videodance and that the dance permit in Collection.</span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: " lang="EN-US"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Rita Tatiana Cavassana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Acervo Mariposa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">rita@acervomairosa.com.br</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 0cm; line-height: 150%;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Resumo:</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">O Acervo Mariposa ocupa atualmente um lugar de reflexão da prática de gestão cultural no Brasil, uma vez que nasceu da preocupação de como nos apropriamos da história da dança através dos vídeos registros ou vídeosdança, ou mesmo documentários, entrevistas e toda matéria em imagem de dança que permita rastrear sua própria identidade ao longo do tempo. Como isso se dá, como isso pode ser acessado, autorizado e difundido entre estudantes, pesquisadores e artistas vem sendo a principal tônica do projeto cultural, sem finalidade lucrativa que foi criado em 2006 e teve em 2008 patrocínio via lei Rouanet para seu primeiro ano de execução. Diante disso, a apresentação do Acervo Mariposa traz um debate atual acerca de vídeos de dança e sua função na fruição, aprendizado e debate cultural no qual a dança ocupa sua função social. Como um acervo sai da parede, como ações culturais interligam público e obra, como a linguagem e os artistas se refazem a partir da difusão ampla de rastros de seu trabalho são tópicos explorados em nossa prática e aqui expostos para o encontro científico. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-family: "><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Palavras chaves: acervo de dança, vídeo, ação cultural</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 10pt; font-family: "> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: " lang="EN-US">The Mariposa Collection currently holds a place of reflection of the practice of cultural management in Brazil, as was the concern of how we take the history of dance through dance<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>of records or vídeosdança or even documentaries, interviews and all matter in the image of dance it possible to trace their own identity over time. How does it do, how it can be accessed, authorized and widespread among students, researchers and artists has been the most important elements of the cultural project, non-profit that was created in 2006, and was sponsored in 2008 by Lei Rouanet for its first year of implementation. In this light, the presentation of the Mariposa Collection brings a current discuss about videos of dance and its role in the enjoyment, learning and cultural discuss in which the dance takes its social function. As a collection out of the wall, and cultural activities and interconnected public works, such as language and artists to remake from the widespread diffusion of traces of their work are topics explored in our practice .</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: " lang="EN-US">Key words: collection of dance, video, cultural action</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: " lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: ">1.Da apropriação da dança através dos vídeos<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de registros. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2cm 6pt 70.9pt; line-height: 150%;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Como guardar e preservar algo efêmero, um acontecimento para poucas pessoas e que dura minutos, segundos ou centésimos, como a arte? Certamente um registro não vai tomar o lugar da experiência do momento. No caso da dança as afetividades contidas nos movimentos que o dançarino deixou rastro em cima do palco terão outros sentidos. O que o documento de audiovisual pode fazer é, abrir uma cicatriz no tempo entre o passado e o futuro, suspender o presente tentando reavivar aquilo já ocorrido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Como podemos então nos utilizar e preservar de forma viva a dança? Encontrada hoje nas mídias DVD, que daqui a pouco serão substituídas por um outro aparato digital. Ou até na internet onde já podemos encontrar muitos documentos históricos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Neste mundo provisório, como fala Christine Greiner em seu artigo ’’O registro da dança como o pensamento que dança’’ buscar estabilidade em algo efêmero e recolher do documento algo que possa aproximar o que é a dança, é uma tarefa que vai contra a corrente. Mas como podemos estudar e aproximar mais o público da dança, nestes dias de editais de circulação tão escassos, com a imensidão territorial que temos sem este recurso do registro e de mídias digitais? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Formar um público e instruir a partir do registro em vídeo é um tanto desafiador. Sendo que cada um tem um olhar sobre o mundo, e o que você vê no registro já não é a dança, mas rastros do que já foi. Os cuidados que se deve tomar deverão ser redobrados, para ao invés de aproximar não distanciar o público da obra e da linguagem. Não basta só o documento estar na prateleira mas, informar sobre a obra, o artista e tudo o que envolve o processo se torna necessário, um registro em vídeo é um produto histórico não a peça em si.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Para a arte feita ao vivo que não é pensada para câmera, (diferente da videodança ou cinedança) a troca se faz necessária, mesmo que por intermédio de outro profissional, seja ele teórico, professor ou curador se faz essencial, para que aconteça uma troca. Sobre o processo há algo pro trás que não é revelado, que só no momento do encontro do palco se faz visível e o registro no vídeo não capta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">A qualidade do registro e os cuidados com o documento fazem a diferença para que ele ganhe vida e a obra possa ser reproduzida com um pouco mais de fidelidade. Mas não basta só isso, o como você exibe e o quanto contaminado de informação está o olhar de quem assiste. Um exemplo: Quando entrei na faculdade em uma aula de teoria do primeiro ano, assisti o registro de ‘’ Formas breves ‘’ de Lia Rodrigues. Depois de um tempo vi a obra ao vivo no espaço SESC em Copacabana. Não tinha feito ligação com o que tinha assistido com o vídeo. Eu havia esquecido completamente do registro em vídeo. Anos depois em meu último ano da faculdade escolhi falar da coreógrafa Lia Rodrigues em um trabalho e o que volto a ver? Sim o mesmo registro de ‘’ Formas Breves’’, e me lembrei que já tinha visto o registro, pois identifiquei a imagem do vídeo pela luz, depois de um tempo lembro que havia assistido ao vivo! Sim que falta de memória! Mas rever me fez identificar imagens que demoraram a ficar claras e como outro olhar, ali já estava um outro ser que resgatou imagens que estavam dormindo. Mas as experiências podem modificar o meu olhar sobre as ‘’coisas’’, tudo esta em transformação, mesmo aquele registro na prateleira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Se há algum tempo o vídeo de registro era usado para o bailarino estudar os passos e as coreografias de balé, hoje é um instrumento de trabalho importante para que os bailarinos, coreógrafos e pesquisadores se utilizem deste documento para refletir sobre o que a dança conquistou e que pensamento ela vem a construir. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">2.Como isso se dá, como isso pode ser acessado, autorizado e difundido.<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> </em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">‘’Os museus surgem para preservar e cultuar a obra de arte’’<span style="mso-spacerun: yes;">                         </span>(Teixeira,1989, pg37)</span></em><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> . No museu a obra esta para ser admirada, sem poder ser questionada, sem tirá-la de sua ‘’casa de vidro’’, ela a principio se torna sublime e imponente. A arte produzida por e para os deuses, aos poucos vai se tornando humanizada, a sociedade adquire a possibilidade de compartilhar e refletir sobre a obra a partir de seu repertório e visão de mundo. Hoje, estes espaços de preservação têm como tarefa manter ações culturais e educativas para que o conhecimento torne-se algo acessível. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">‘’O que um acervo em dança pode promover a respeito de informações?<br />
A existência física de um acervo é o suficiente para manter vivo um material?<br />
É possível transformar informações armazenadas em conhecimento?<br />
Se já não podemos mais olhar para a memória como simplesmente um conjunto de gavetas onde são guardadas informações, acumulando o conhecimento, algo nos diz que um acervo em dança também não pode ser só isso. Optamos então, por ao invés de acúmulo, uma rede de conexão; ao invés de informações somadas, contato umas com as outras, ganhando novas possibilidades de existência. Fazer da história um objeto presente. Construir um patrimônio coletivo e compartilhado.’’<a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftnref1" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: "><span style="color: #0000ff;">[1]</span></span></strong></span></span></span></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">        </span>O Acervo Mariposa é uma videoteca especializada em dança, sem finalidade lucrativa, que gerencia o acesso gratuito de vídeos digitalizados de dança para o público em geral, localizado na cidade de São Paulo, Brasil. Hoje residente nas Casa das Caldeiras onde faz parte de um projeto de residência artística.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Partindo da premissa de que dança é produção de conhecimento e que um vídeo de dança pode gerar conhecimento, uma pergunta nos perseguia: Como disponibilizar o trabalho ao ‘’mercado de arte’’ e criar este espaço de troca em lugares que não tem acesso ao ‘’mercado’’? Sendo a obra constituída de dois valores, o econômico e o patrimonial. Como possibilitar o acesso a vídeos de dança para um maior número de pessoas e permitir que o mesmo chegue a muitos lugares? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Hoje o compartilhamento de informações (filmes, vídeos, música, livros etc) na rede mundial de computadores foge do controle dos artistas, produtores e detentores dos direitos autorais. Utilizando o copyright a obra é propriedade de valor econômico e artístico gerenciado por uma ‘’pessoa’’, que passa a ter todos o direitos sobre a obra, assim alguém sempre perde o poder de escolher como o mercado vai receber sua obra. Passando por questões econômicas e sociais, a sua circulação e difusão se torna algo difícil de administrar, dando espaço maior à pirataria. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Sendo o copyright uma ferramenta de direitos autorais, muito questionada principalmente pela internet. Qual seria a alternativa de um acervo sem finalidades lucrativas e com objetivo de difundir o conhecimento produzido pela dança, para retirar das prateleiras e circular com o conjunto de obras que nele existe?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A alternativa que tivemos foi: Copyleft.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">O Acervo decidiu então disponibilizar o material dentro da licença Creative Commons, que é uma ferramenta internacional de licenciamento de direitos autorais, onde o próprio autor decide como sua obra pode ser utilizada por terceiros e escolhe quais licenças melhor se adaptam ao seu trabalho, sendo que em todas elas, a propriedade intelectual do autor (autoria) é sempre preservada. “Ao invés de todos os direitos reservados, alguns direitos reservados”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">O Sistema de gerenciamentos de direito autoral do Creative Commons permite criar redes de trocas de informação, seja em um banco de dados interno de acervos ou compartilhamento de informação virtual entre artista e público. Os direitos autorais sobre a obra serão escolhidos pelos criadores a partir do momento em que ele adere a um tipo de selagem. Em quais mídias será vinculada, que tipo de comercialização, estará em suas mão decidir o futuro de sua obra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">O artista está conectado não só com seu trabalho e com o ‘’mercado’’, sabe como e onde quer que sua obra circule, e também abre espaços públicos como<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>instituições privadas para seu trabalho. É consciente de que seu trabalho junto ao ‘’mercado’’ é formador de público e conhecimento. O vídeo dentro do Acervo Mariposa, uma vez doado pelo artista e assinado o termo de autorização (Copyleft), que tem como escolha<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> as licenças</em>: atribuição da autoria protegendo os direitos autorais, uso não comercial, podemos executar a obra mas sem finalidade comerciais, Vedada a Criação de obras derivadas. Esta escolha faz com que o uso e acesso à videoteca se torne dinâmico.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">3. Como o Acervo Mariposa articula seu vôo. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: "> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">O Acervo Mariposa não apenas preserva em sua prateleira as obras, como procura também movimentar discussões e pensamentos ao redor da dança, através de ações culturais e educativas fomentando discussões e formando um olhar para dança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Tem como atividades parcerias com festivais (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Mafs</em></strong>), levando uma pequena parte do acervo para dentro dos festivais, com exibições de vídeos e discussões, sendo uma maneira de aproximar os artista e recolher vídeos para o catalogo. O <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Sobredança</em></strong> que consiste em parcerias com faculdades e escolas para utilização do material previamente agendado, de acordo com as necessidades das aulas. É possível estender esta parceria para faculdades em todo o país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">É um propositor de novos olhares sobre a produção de dança no país, à medida que, não só difunde mas, propõe questões para artistas que participam de seus eventos (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">VHS - Vídeo Homo Sapiens</em></strong>), fomentando um espaço de trocas, onde produzimos exposições reunindo vídeos, debates, exibições, instalações. Os eventos são gratuitos e abertos ao público. Neste um ano de projeto o Acervo realizou ao todo 10 VHS e pôde atingir do público infantil (realizando o Mini VHS) ao público especializado, ao discutir sobre um novo olhar para a produção de vídeo e corpo, discussão apontada pelo VHS vídeo oque?. Neste eventos podemos descobrir mais sobre o funcionamento e sobre como os vídeos se tornam ferramentas importantes para refletir o conhecimento produzido pela dança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Gostaria de destacar outra Atividade: a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Mostra Lanterninha de Videodança</em></strong> parceria do Acervo com a Galeria Olido, que está em sua segunda edição e é realizada em um cinema antigo de 236 lugares.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Tem como foco a formação de público e abrir espaço para a produção de videodança nacional que cresce a cada dia e ainda conta com poucos lugares de exibição.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Por ultimo, a pesquisa<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"> Vid.BR.</em></strong> (Videodança.Brasil) que pretende mapear quem produz videodança no Brasil, além de fomentar a discussão entorno do vídeo e da dança. Tem um caráter independente e por estar dentro de um acervo pode contar com parcerias de festivais e artistas.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Com estas parcerias como: Festival internacional de videodança do Recife-Play Rec e o Núcleo de dança e o cine Olido para além de fomentar a discussão, esta em campo junto discussões e pesquisadores e artista acompanhando a produção e o crescimento da linguagem de perto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: ">Um conjunto de ações que torna o acervo dinâmico e propositor para o artista e público. Formando e refletindo sobre o olhar de quem faz e é espectador da dança, construindo redes de informações com outras instituições, com os artistas e até mesmo outras linguagens. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Referências Bibliográficas:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Antonelli, Bruna e Dias, Cuca.<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong>Sobre memórias e obsessões. Revista Danza Cuerpo e Obsesión, México, No. 12. junho de 2009.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Coelho, Teixeira. O que é Ação Cultural. São Paulo: Editora Brasiliense, 2008. Coleção Primeiro Passos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Greiner, Christine ‘’ O registro da dança como pensamento que dança’’. Revista D’ART No.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Especial Novembro de 2002.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">Joost Smiers e Maríeke van Schijndel. Imagine o mundo sem Copyright. </span><a href="http://www.culturaemercado.com.br/2007/09/25/imagine-um-mundo-sem-copyright/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.culturaemercado.com.br/2007/09/25/imagine-um-mundo-sem-copyright/</span></a><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> 6 abril 2006; consultado em 2 de outubro de 2009.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><a href="http://www.creativecommons.org.br/"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Cambria;">http://www.creativecommons.org.br/</span></a><span style="font-size: small; font-family: Cambria;">, consultado em 13 de Outubro de 2009. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: ">Rita Tatiana Cavassana é atriz e bailarina. Atualmente é Gestora Cultural do Acervo Mariposa, onde realiza a pesquisa Vid.BR. Graduou-se em Comunicação em Artes do Corpo -PUC-SP 2007. Sua pesquisa artística<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>baseia-se na relação da Dança e outras linguagens como o Vídeo e a Performance. É integrante do Coletivo in Trânsitto, onde pesquisa intervenção Urbana e Performance</span><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<div style="mso-element: footnote-list;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<hr size="1" /></span></div>
<div id="ftn1" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftn1" href="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: "><span style="color: #0000ff;">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span><span style="font-size: 9pt; line-height: 150%; font-family: ">Antonelli, Bruna e Dias, Cuca.<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong>Sobre memórias e obsessões. Revista Danza Cuerpo e Obsesión, México, No. 12. junho de 2009.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Cambria;"> </span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/registro-de-danca-documentario-de-danca-videodanca-e-o-que-a-danca-permite-em-um-acervo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Videodança : Território de Resistência</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/videodanca-territorio-de-resistencia/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/videodanca-territorio-de-resistencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Videodança, linguagem híbrida sim! Menos importa sua definição, mais importa é ser possível expressar a dança em contato com a linguagem do vídeo e, a partir disso, poder estar em muitos lugares: em um site na internet, em um festival de dança, em uma galeria de arte ou em um cinema antigo no centro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Videodança, linguagem híbrida sim! Menos importa sua definição, mais importa é ser possível expressar a dança em contato com a linguagem do vídeo e, a partir disso, poder estar em muitos lugares: em um site na internet, em um festival de dança, em uma galeria de arte ou em um cinema antigo no centro de São Paulo. Uma parte do<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>trabalho do artista está em um pequeno disco, que pode viajar o mundo com uma poética especifica da dança para o vídeo. Esta mistura vem fortalecer a dança, criando espaços para explodir as questões inerentes da dança contemporânea. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">A pesquisa Vid.BR é um mapeamento da produção artística da linguagem no país, realizada pelo Acervo Mariposa, de metodologia aberta segundo o que nos diziam os artistas entrevistados e mapeados. Essa iniciativa assim configurada mostrou-nos as infinitas formas, a partir do vídeo,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>com as quais a dança pode se infiltrar. A exemplo, a Mostra Lanterninha, parceria do Acervo com a Galeria Olido, que está em sua segunda edição e é realizada em um cinema antigo de 236 lugares. A pesquisa Vid.br alimenta a mostra,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>abre espaço para a produção nacional e busca formar um público para a linguagem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">          </span>A busca da experimentação com o vídeo, herança da videoarte, está presente na videodança produzida no Brasil. Este caráter, de alguma forma, tem relação com a escassez de recursos para a realização das produções. Tal escassez, nos força a buscar novos olhares sobre o corpo diante do material que temos em mãos, lembrando de nossa história no cinema, que durante muitos anos não recebeu<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>nenhum incentivo para a produção e contava apenas com ‘’uma idéia na cabeça e uma câmera na mão’’ . Podemos dizer que a videodança<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>tem uma câmera na mão e o corpo em questão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">O vídeo na América Latina tem uma característica<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ligada a um discurso político. O enfoque da videodança no Brasil está nos corpos em estado de urgência, nas metrópoles em crescimento e no caos desenfreado, em<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>paisagens áridas ou em ambientes íntimos. Diferente de algumas das videodanças ou cine danças americanos e europeus, onde o corpo é apolíneo, na América Latina, de maneira geral, o vídeo tem este caráter provocativo e político, como aponta<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Rodrigo Alonso*.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Qualitativamente, ainda há poucos coreógrafos dedicados a linguagem da videodança. Porém uma nova geração ascendente se faz representar. Alguns nomes: Alex Soares(SP), O12(SP), Cia. Vitrola Quântica (SP), Carolina Cony(RJ), Celina Portella e Elisa Pessoa (RJ), Coletivo Molin TL. (MG), Cia. Flux (MG), Pedro Bastos (MG), Diego Mac (RS), Elisa Schmit (SC), Andréia Bardawil (CE), entre outros; vêm desenvolvendo uma pesquisa<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>junto a seus trabalhos artísticos, nas quais o vídeo faz parte de um pensamento coreográfico. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">          </span>Hoje, a formação do bailarino que deseja se infiltrar nesta linguagem, passa<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>muitas vezes por um curso de multimídias, visto a necessidade de buscar em outro nicho, a informação para a produção de seus trabalhos. Ou ainda, muitos bailarinos têm se associado a um videoartista, que ao meu ver estão sendo responsáveis pelo grande desenvolvimento da videodança no Brasil. Muitos estão interessados nesta troca entre vídeo e dança e esse hibridismo tem dado bons frutos, a exemplo de: Alexandre Veras (CE), Breno César (PE), Oscar Malta (PE),André Martinez (SP), Kika Nicolela (SP), Rodrigo Gontijo (SP), Tatiana Gentille (RJ).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36.85pt; text-align: justify; mso-pagination: none; tab-stops: 28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="mso-tab-count: 1;">       </span>Há pouco tempo, novos lugares de formação nesta linguagem se estabelecem, como o caso da pós-graduação em <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Estética do Movimento: Dança, Videodança e Multimídias </em>na Faculdade Angel Viana (RJ), sob coordenação de Paulo Caldas. Ou, também o Grupo de Pesquisa: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Poéticas Tecnológicas </em><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>coordenado por Ivani Santana (BA), que desenvolve o Mapa D2 (http://www.mapad2.ufba.br). A produção acadêmica também vem crescendo e muitos jovens dançarinos, já na graduação, têm se interessado em discutir a pedagogia em dança através da videodança. Dois exemplos que estão localizados nos extremos do país são Ana PI,</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Helvetica;"> orientada pelo Prof. Sérgio Pereira Andrade, Co-orientada: Profa. Dra. Clélia Ferraz Pereira de Queiroz</span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">, UFBA e Sarah Ferreira, da UDESC orientada pelo Prof. Milton de Andrade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36.85pt; mso-pagination: none; tab-stops: 28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Helvetica;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-tab-count: 1;">          </span>Vid.BR<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>já caminha para o segundo ano de pesquisa e o Acervo Mariposa pretende continuar mapeando os<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>artistas. Nesta segunda fase, a pesquisa vai se dedicar a localizar também os Festivais e eventos que incorporam ou falam sobre o vídeo e a dança, tal como o precursor Dança em Foco, que após quatro anos de intensa atividade, viaja para quase todas as regiões do país exibindo a produção nacional. Outros festivais como o Play REC - Festival Internacional de Videodança de Recife e a Bienal de Dança de Fortaleza, que em sua última edição abriu espaço para a exibição de videodanças, formam não só público, mas também os artistas que buscam aprimorar seu conhecimento nesta linguagem. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Estes breves apontamentos vêm, hoje, confirmar o que há dois anos <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>o artigo de Liana Gesteira - “Videodança: Território Fértil”** - apontava sobre a linguagem. Passados poucos anos, a videodança continua sendo um território de resistência, não só para dança, mas uma resistência da arte que precisa buscar melhores políticas públicas no país. Ainda que existam poucos editais (o único em vista é mesmo o Rumos Videodança do Instituto Itaú Cultural) e que tenhamos pouco espaço de exibição para a grande demanda de nossa produção, o trabalho vem sendo produzir resistindo, resistir produzindo. Pois, tudo indica, olhares podem se voltar para a dança criada nesta mídia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-indent: 32.9pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">Por: Rita Tatiana Cavassana – Responsável pela pesquisa Vid.br e Gestora Cultural do<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Acervo Mariposa.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo- PUC-SP</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 39.1pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">** Gesteira, Liana ’’Videodança:<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Território Fértil ‘’ – http://idanca.net/lang/pt-br/2007/08/27/videodanca-territorio-fertil/4818/<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>, de 27/08/2007.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;">* Alonso, Rodrigo ’’Videoarte e Videodanca em uma (in)Certa America Latina’’-Revista Dança em Foco- Videodança 2007.</span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/videodanca-territorio-de-resistencia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Tanzkongress 2009 – 5 a 8 de Novembro de 2009</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/tanzkongress-2009-%e2%80%93-5-a-8-de-novembro-de-2009/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/25/tanzkongress-2009-%e2%80%93-5-a-8-de-novembro-de-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.acervomariposa.com.br/blog/?p=228</guid>
		<description><![CDATA[Hamburgo, Alemanha. 

www.tanzkongress.de 
“No step without movement!” 
O primeiro Tanzkongress (Congresso de Dança) na Alemanha aconteceu em Berlim em 2006 e atraiu cerca de 2000 visitantes. Tal iniciativa foi imprescindível para dançarinos, coreógrafos e programadores trocarem experiências e desenvolverem novas idéias para a dança, tornando-se o estopim para o Tanzplan Deutschland, (Plano de Dança da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 14pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Hamburgo, Alemanha</span><span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="font-size: small;">. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">www.tanzkongress.de </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“No step without movement!” </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">O primeiro <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzkongress</em> (Congresso de Dança) na Alemanha aconteceu em Berlim em 2006 e atraiu cerca de 2000 visitantes. Tal iniciativa foi imprescindível para dançarinos, coreógrafos e programadores trocarem experiências e desenvolverem novas idéias para a dança, tornando-se o estopim para o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzplan Deutschland</em>, (Plano de Dança da Alemanha) um dos mais ambiciosos projetos na área, desenvolvido em âmbito nacional pela Fundação Federal de Cultura da Alemanha. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Iniciado em 2007, com um fundo de 12 milhões de Euros, o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzplan Deutschland</em> fez com que diversas iniciativas explodissem por todo o País; como centros de criação, festivais e residências, refletindo nas áreas de formação, pesquisa e memória da dança. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Com o segundo <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzkongress</em>, agora realizado em Hamburgo e com o fim do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzplan</em> em 2010, é tempo de refletir e expandir as discussões acerca da sustentabilidade e posterior desenvolvimento dos projetos e processos iniciados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Organizado pela Fundação Federal de Cultura da Alemanha em cooperação com Kampnagel Hamburgo, K3 – Centro para Coreografia/ <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzplan</em> Hamburgo e o Centro para Estudos da Performance da Universidade de Hamburgo, o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzkongress</em> 2009 tem como tema a frase em inglês: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“No step without movement!”</em> e é dividido em quatro constelações temáticas: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Dança e Política – A potência e capacidade política da dança como forma de arte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Criação e Reflexão – Debates acerca de estéticas, metodologias e modos coreográficos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">(Hi)stórias da Dança – Como arquivar essa fugaz forma de arte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Cursos de vida – Diversos estágios de uma carreia em dança. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Além do Programa de Dança com espetáculos de: Les Ballets C de la B/Alain Platel, Jerôme Bel, Monica Antezana, Richard Segal/The Bakery, Fabian Barba, Good work Productions, Hamburg Ballet, Ligna.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Assim, partindo da frase que deu início ao projeto: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“Critical moves. Steps we must take”</em> do sociólogo americano Randy Martin, o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Tanzkongress</em> 2009 oferece uma variedade de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Palestras</strong> que dão impulso a um científico e artístico ponto de vista, discussões públicas que podem ser seguidas nos <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Salons</strong>, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Laboratórios</strong> que convidam aos participantes contribuírem com seus conhecimentos e juntos trabalharem em tópicos específicos, enquanto que diferentes métodos e técnicas podem ser testados em <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Masterclasses</strong>, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Toolboxes</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Workshops.</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-ansi-language: DE;" lang="DE">Viel Spass!</span> (Bom divertimento!) </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">(continua&#8230;) ver mais em http://www.culturaemercado.com.br/ideias/sim-a-corpos-derivados/</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><strong>por Bruna Antonelli</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lançamento do blog Imanências nessa quinta-feira (19/11)</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/18/lancamento-do-blog-imanencias-nessa-quinta-feira-1911/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/18/lancamento-do-blog-imanencias-nessa-quinta-feira-1911/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.acervomariposa.com.br/blog/?p=224</guid>
		<description><![CDATA[
Olá pessoas,
Nessa quinta-feira (amanhã!!) a Sala Crisantempo vai receber o lançamento do blog Imanências - contraste de uma realidade externa, da artista Isabela Santana. O blog será uma maneira de abertura e compartilhamento do processo de criação (já em andamento) do seu solo, contemplado pelo prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna/2008. Seu trabalho tem referências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/lancamento-imanencias2.jpg'><img src="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/lancamento-imanencias2-181x300.jpg" alt="" title="lancamento-imanencias2" width="181" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-227" /></a></p>
<p>Olá pessoas,<br />
Nessa quinta-feira (amanhã!!) a Sala Crisantempo vai receber o lançamento do blog Imanências - contraste de uma realidade externa, da artista Isabela Santana. O blog será uma maneira de abertura e compartilhamento do processo de criação (já em andamento) do seu solo, contemplado pelo prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna/2008. Seu trabalho tem referências das artes plásticas e da performance e será apresentado logo mais (fins desse ano ou começo do ano que vem), enquanto isso, poderemos acompanhar a criação pelo blog e pela intervenção que Isabela vai fazer no evento de amanhã!!!<br />
O evento que começa ás 21h, vai contar também com exibição de videos do Acervo!!!<br />
Esperamos todos para prestigiar!!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/18/lancamento-do-blog-imanencias-nessa-quinta-feira-1911/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre memórias e obsessões</title>
		<link>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/13/sobre-memorias-e-obsessoes-2/</link>
		<comments>http://www.acervomariposa.com.br/blog/2009/11/13/sobre-memorias-e-obsessoes-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.acervomariposa.com.br/blog/?p=221</guid>
		<description><![CDATA[Saudações leitores,
Esse artigo foi escrito para a revista DCO (México) Danza, Cuérpo e Obsesión N° 12 - em junho de 2009. A Revista DCO é uma revista Iberoamericana (México - Espanha- Argentina) de edição independente que tem o objetivo de juntas e estimular de forma multidisciplinar o pensamento sobre a epistemologia da arte coreográfica dentro do universo da lingua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações leitores,</p>
<p>Esse artigo foi escrito para a revista DCO (México) Danza, Cuérpo e Obsesión N° 12 - em junho de 2009. A Revista DCO é uma revista Iberoamericana (México - Espanha- Argentina) de edição independente que tem o objetivo de juntas e estimular de forma multidisciplinar o pensamento sobre a epistemologia da arte coreográfica dentro do universo da lingua espanhola (texto livremente traduzido do site <a href="http://indicesdco.blogspot.com/">http://indicesdco.blogspot.com/</a>). </p>
<p> </p>
<p class="western" style="text-align: right; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sobre memórias e obsessões</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: right; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Bruna Antonelli e Cuca Dias*</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: right; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Por que um acervo em dança?</strong> </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O que um acervo em dança pode promover a respeito de informações?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A existência física de um acervo é o suficiente para manter vivo um material? </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">É possível transformar informações armazenadas em conhecimento? </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se já não podemos mais olhar para a memória como simplesmente um conjunto de gavetas onde são guardadas informações, acumulando o conhecimento, algo nos diz que um acervo em dança também não pode ser só isso. Optamos então, por ao invés de acúmulo, uma rede de conexão; ao invés de informações somadas, contato umas com as outras, ganhando novas possibilidades de existência. Fazer da história um objeto presente. Construir um patrimônio coletivo e compartilhado. Desejos que perseguimos obsessivamente. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este artigo divide com o leitor alguns desses desejos e obsessões (influenciado pelo nome da revista, confessamos), a respeito da experiência e das idéias que estamos construindo e que acreditamos para um acervo em dança. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #333333;"> </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Acervo Mariposa é uma videoteca especializada em dança, sem finalidade lucrativa, que gerencia o acesso gratuito de vídeos digitalizados de dança para o público em geral, localizado na cidade de São Paulo, Brasil. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para o Acervo, a proposta de reunir, arquivar, armazenar vídeos de dança (registro de espetáculo, videodança, documentários, etc), não prevê que o trabalho de um artista fique “engessado” na parede a espera que algum dia, em algum momento, alguém resolva assistir o seu trabalho. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Partindo da premissa de que dança é produção de conhecimento e que um vídeo de dança pode gerar conhecimento, uma pergunta nos perseguia: como possibilitar o acesso a vídeos de dança para um maior número de pessoas e permitir que o mesmo chegue a muitos lugares? </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A resposta que tivemos foi: Copyleft.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Decidimos então, disponibilizar nosso material dentro da licença Creative Commons, que é uma ferramenta internacional de licenciamento de direitos autorais, onde o próprio autor decide como sua obra pode ser utilizada por terceiros e escolhe quais licenças melhor se adaptam ao seu trabalho, sendo que em todas elas, a propriedade intelectual do autor (autoria) é sempre preservada.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ao invés de todos os direitos reservados, alguns direitos reservados”</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Sendo assim, um vídeo dentro do Acervo Mariposa, uma vez doado pelo artista e assinado o termo de autorização (Copyleft), encontra em nossas atividades educativas uma forma de circulação e difusão que dinamiza o uso e acesso à videoteca. Ele pode, portanto, ser doado para outros acervos (Parcerias), exibido em Mostras (V.H.S.), fazer parte de festivais (Mariposa nos Festivais) e adentrar as Universidades (Sobredança). </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Alguns desejos saciados. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>E o que isso diz da memória e futuro da dança? </strong></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Imersas nesse ambiente e depois de muitas conversas com a equipe que representa o Creative Commons aqui no Brasil, outras reflexões e conseqüentemente outros desejos vieram. Esse pessoal têm nos provocado dizendo que o único modo de tentar tornar a dança um pouco menos elitista e fazer com que ela saia do seu palácio de cristal, é a difusão, e que os vídeos são uma ótima ferramenta para isso. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Um vídeo, de maneira nenhuma, substitui a dança no corpo, o artista ou o acontecimento cênico, a exemplo de bandas que disponibilizam suas músicas na internet e ainda assim seus shows têm casa lotada. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Hoje, novas maneiras de registrar a dança nos mostram novas maneiras de olhar para a dança. O videodança está aí para provar isso! A tecnologia influencia a maneira de ver e fazer dança: muitos coreógrafos a utilizam como registro, como vídeocenografia; quem hoje não tem uma câmera em casa? Para um acervo, a internet pode, inclusive, permitir concatenar informações, estabelecer novas relações. Tais possibilidades tecnológicas sinalizam outra maneira de gerir um acervo em dança e, portanto, outro modo de dinamizar a memória. Tecnologia não está só a serviço da memória da dança, mas sim pode torná-la mais presente. Se nosso objetivo é tornar a dança mais acessível e assistida por um maior número de pessoas, por que não usar e aperfeiçoar um acervo para este fim. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Por exemplo: assisto a um vídeo de dança na internet, juntamente com o vídeo está disponibilizada também sua ficha técnica; descubro o nome do coreógrafo, este nome possui um link para outros trabalhos que ele tenha realizado; que por sua vez me leva para navegar em uma dissertação sobre o trabalho dessa Cia, que possui outro link que me leva ao termo “dança contemporânea” no Wikipédia; para finalizar participo deixando minhas impressões no blog. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta é a mais atual obsessão do Acervo Mariposa. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Iluminar o conhecimento em dança é torná-lo acessível; isso é fácil de concordar. Mas, como fazer isso é um desafio que move um projeto como esse. Nosso desejo é que outros projetos com o mesmo movimento tornem-se parceiros, pois memória não se constrói com um corpo só. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para conhecer mais: </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">www.acervomariposa.com.br</span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">www.creativecommons.org.br </span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><em>Copyleft em dança: possibilidades de difusão</em></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"> e </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><em>Dança e Copyleft no palácio de cristal</em></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"> por Nirvana Marinho em: www.culturaemercado.com.br </span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Referências bibliográficas: </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">GREINER, Christine. O registro da dança como pensamento que dança. D´Art, São Paulo, v. 04, p. 38-43, 2002.</span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.03cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">_________. O corpo – pistas para estudos indisciplinares. Annablume,2005.</span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.03cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">KATZ, Helena. Um, dois, três. A dança é o pensamento do corpo. Fid editorial,2005.</span></p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.03cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.03cm;"> </p>
<p class="western" style="text-align: left; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.03cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">*Bruna Antonelli é gestora cultural do Acervo Mariposa e Cuca Dias é produtora executiva. Este artigo reflete as idéias e obsessões de toda a equipe do Acervo: Nirvana Marinho, coordenadora; Rita Tatiana Cavassana; pesquisadora projeto Vid.Br; Talma Salem, produtora e Juliana Santos, Carol Moya e Ana Risek, estagiárias</span></p>
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		<title>Mostra Lanterninha de Novembro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 14:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá,
No dia 08 de novembro o Acervo Mariposa dá continuidade á Mostra Lanterninha de Videodança no Cine Olido ás 17h. E antes, ás 14h, nosso convidado André Martinez vai estar no Workshop de videodança e mídias democráticas junto com Rita Tatiana, na Sala Café. O assunto do encontro do próximo domingo será roteiro, produção e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,<br />
No dia 08 de novembro o Acervo Mariposa dá continuidade á Mostra Lanterninha de Videodança no Cine Olido ás 17h. E antes, ás 14h, nosso convidado André Martinez vai estar no Workshop de videodança e mídias democráticas junto com Rita Tatiana, na Sala Café. O assunto do encontro do próximo domingo será roteiro, produção e edição de videodança.<br />
Se a imagem abaixo está muito pequena, clique nela para ver melhor! </p>
<p>Até mais!!! </p>
<p><a href='http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/flyer-lanterninha-novembro-copy-blog.jpg'><img src="http://www.acervomariposa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/flyer-lanterninha-novembro-copy-blog-300x151.jpg" alt="" title="flyer-lanterninha-novembro-copy-blog" width="300" height="151" class="alignnone size-medium wp-image-219" /></a></p>
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